O Brasil das matas e do agronegócio perturba a economia mundial

O que se esconde nas boas intenções internacionais para com nossas matas? O pesquisador da Embrapa, Décio Gazzoni, viajou pelo mundo junto com o ministro da Agricultura Blairo Maggi. Depois de tudo o que ouviu, ele deu uma entrevista ao Canal Rural que deixou esse primeiro questionamento no ar.

É que para muitos países, constatar que o Brasil é a garantia do agronegócio para o mundo causa desconforto e esperança. Ranços econômicos fazem a economia mundial espiar o Brasil por espelhos distorcidos, contando uma realidade de exploração da terra que cabia ao país na década de 70. Por essa ótica é preciso que se avalie o que existe por trás das políticas importadas de preservação integral das matas do Brasil.

Nos dias atuais, mesmo com todas as dificuldades que o produtor brasileiro enfrenta, ele ainda consegue ser competitivo, deslocando e incomodando concorrentes. Resta aos produtores investir em melhorias e ao governo, valorizar o setor. O mundo sabe da capacidade do agronegócio nacional.

A grande verdade, que não se esconde, é de que só os produtores brasileiros são capazes de aumentar a produção de grãos, carnes, frutas e outros alimentos. Num planeta em que a renda per capita aumenta junto com a população, “o pessoal começa a olhar e a pensar: quem é que vai produzir tudo isso? Pega a lupa e fica esquadrinhando o mapa do mundo e chega ao Brasil, para e pensa: o futuro está garantido porque o Brasil produz”.

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