‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ tem a segunda melhor estreia da história nos EUA

Nos últimos dias, várias críticas de Os Últimos Jedi perguntavam se a saga de Star Wars continua viva e para onde vai no futuro. A bilheteria, por enquanto, deu uma poderosa resposta à primeira pergunta: Os Últimos Jedi arrecadou 220 milhões de dólares (720 milhões de reais) nos Estados Unidos e no Canadá no fim de semana de estreia, de acordo com o The Hollywood Reporter. Essa é a segunda melhor estreia da história no país, superada apenas pelo episódio anterior da saga, Star Wars: O Despertar da Força, que estreou há dois anos e arrecadou 248 milhões de dólares nos primeiros dias em cartaz.

Em nível global, Os Últimos Jedi arrecadou 450 milhões de dólares, bem atrás, neste caso, da bilheteria de estreia do episódio anterior (529 milhões de dólares) e de filmes como Jurassic World. Resta saber como se sairá na China, o segundo maior mercado mundial de cinema depois dos EUA, onde entra em cartaz em 4 de janeiro.

 

Espectadores de ‘Os últimos jedi’ em Subang Jaya, na Malásia, levantam seus sabres de luz na sexta-feira 15 de dezembro. SADIQ ASYRAF AP

O Despertar da Força finalizou seu excepcional percurso nas salas com o terceiro lugar na história da bilheteria cinematográfica, depois de Avatar e Titanic. Star Wars é a primeira franquia da história a ter duas estreias acima dos 200 milhões de dólares nos EUA. “O resultado fala do poder da representação. É um filme convincente, tanto nas personagens como em seus conflitos”, declarou Dave Hollis, chefe de distribuição da Disney, proprietária da marca Star Wars, ao The Hollywood Reporter.

O filme, dirigido pelo norte-americano Rian Johnson, oferece a possibilidade de ver a atriz Carrie Fisher pela última vez no papel de princesa Leia. A atriz morreu em dezembro de 2016, aos 60 anos, pouco tempo depois de terminar a filmagem de suas cenas. O grupo Disney, produtor do filme, já anunciou uma “nova trilogia” de Star Wars, além do episódio IX que estreará em 2019.

Fonte: El País

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Emocionante: Fotógrafo transforma crianças em tratamento em super heróis

Muitas são as pessoas que passam suas vidas na busca de melhores condições e igualdade, para seus filhos, amigos, ou si própria diante de alguma necessidade especial, seja ela física ou mental.

O jovem rapaz, Josh Rossi, nascido em Florenci, Itália, quando adolescente fora apaixonado por artes, depois enredou pelo cinema, e enfim, aos 22 anos descobriu a fotografia. Na faculdade de publicidade teve que provar suas próprias habilidades. Sempre buscou o novo, o extraordinário, obcecado em criar imagens que estavam em sua cabeça, ficava 2 ou 3 noites sem dormir, estudando seus fotógrafos favoritos. Quando decidiu colocar todas suas ideias, no papel, teve um retorno extraordinário.

Emocionante: Fotógrafo transforma crianças em tratamento em super heróis
Ensaio fotográfico de Josh Rossi (Foto: Josh Rossi)

Dentre suas inspirações, o fotógrafo e especialista em Photoshop Josh Rossi usou dos personagens da Liga da Justiça para seu novo projeto. Ele clicou crianças com necessidades especiais e as transformou em super-heróis em um ensaio temático. Josh declarou que sua inspiração veio das pessoas que comentavam que seus filhos doentes eram os verdadeiros heróis.  Para Rossi, cada criança escolhida refletiu algum desafio específico e a escolha do personagem também estava relacionada a condição de cada criança. Ele transformou fraqueza em força.

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Tomada que facilita o “mundo” das casas é lançada nos EUA

Podemos dizer que uma coisa que não pode faltar em uma casa, são tomadas, correto? A tomada serve normalmente, apenas como fonte de energia para você manter seus eletrônicos funcionando, mas elas poderiam fazer mais. Elas são necessárias nos quartos, nas salas, na cozinha, banheiro, enfim, todo lugar. Agora, mesmo tendo diversas tomadas pela casa inteira, ainda acontece que aparece um “bendito” aparelho que não serve. A partir daí, é uma busca infinita por adaptadores.

Uma novidade, criada pelos Estados Unidos, vem para justamente dar novas funcionalidades e facilitar o uso desse dispositivo presente em quase todas as paredes de nossas vidas.

O Swidget é uma tomada modular que permite a adição de novos recursos a uma casa inteligente. O aparelho é simples: uma tomada convencional com um espaço vazio no meio, justamente o encaixe para os módulos inteligentes.

Tomada que facilita o “mundo” das casas é lançada nos EUA
Swidget, tomada modular (Foto: Reprodução)

O mais interessante aqui é que alguns módulos podem ser conectados a outros dispositivos inteligentes a fim de funcionar em conjunto. Em suma, o Swidget pode tanto ser um adicional à sua smart home como ser o ponto de partida para automatizar e tornar mais inteligentes inúmeras funções básicas da sua residência.

O projeto espera arrecadar US$ 40 mil para sair do papel — até o momento, ele recebeu pouco mais de US$ 31 mil. Ainda há 36 dias de campanha e o produto pode ser entregue em qualquer lugar do mundo, então, vale a pena conferir.

O dispositivo está em fase de financiamento colaborativo no Kickstarter e oferece 15 módulos diferentes. Entre eles estão: controle de consumo de energia, sensor de movimento, sensor de temperatura e umidade, repetidor para a assistente pessoal Alexa, câmera de vídeo, luzes de emergência, carregador USB, temporizador, repetidor de sinal WiFi e aromaterapia.

 

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O luxuoso “modelo popular” de carro elétrico da Tesla

Elon Musk, lançou na semana passada o mais novo modelo dos carros elétricos da Tesla, o “popular” Model 3.

O modelo básico que custa cerca de US$ 35 mil, tem velocidade máxima de 210km/h e chega a rodar cerca de 350 quilômetros com a carga e vem apenas na cor preta. Já o modelo Completo, custa uma média de US$ 78 mil, pode atingir 500 quilômetros de autonomia e a uma marca de 225km/h, além da disponibilidade de cores diferentes. Para se ter ideia do baixo custo do caçula, o sedã Model S mais barato custa US$ 74 mil.

 

Galeria de fotos

 

Outra novidade é que o carro não possui chaves. Apesar de modelos com sensor de presença não serem inéditos, o que difere aqui é que ele funciona com o Smartphone, através do Bluetooth LE (Low Energy). O veículo também vem com alguns cartões NFC, para o caso de perda ou roubo do aparelho, permitindo que o carro seja aberto e ligado.

Foram entregues 30 exemplares, durante o evento que aconteceu do lado de fora da fábrica em Fremont.

Confira abaixo vídeo do evento na íntegra:

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Carteira de motorista digital começa a valer em 2018

Se você é daqueles motoristas que de vez em quando esquece a carteira de habilitação em casa, e breve vai ter outra opção para fugir das multas e pontos na carteira.

Basta apresentar a Carteira Nacional de Habilitação eletrônica, uma novidade que tem a mesma validade que o documento impresso e começa a valer a partir de fevereiro de 2018.

Para acessar o documento virtual, será preciso se cadastrar no site do Denatran e ativar o link enviado para o email do motorista. A ativação deve ser feita no celular em que a CNH será salva. Cada motorista terá senha para armazenar os dados em segurança e bloquear o acesso em caso de perda ou roubo do celular.

“Estamos dando um passo à frente, desburocratizando o processo. Há um conjunto de padrões técnicos para suportar um sistema criptográfico que assegura a validade do documento”, destacou o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

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Railguns: arma super potente desenvolvida pela Marinha Americana

Já ouviu falar em Railguns? É uma espécie de canhão que não utiliza pólvora e sim energia eletromagnética.

A Marinha Americana vem desenvolvendo a arma desde 2008 e agora a novidade é que o equipamento militar pode disparar tiros em candência, ou seja, com a ajuda dos engenheiros, os bancos super capacitores já podem ser recarregados rapidamente, disparando vários tiros por minuto.

Railguns: arma super potente desenvolvida pela Marinha Americana
Railgun, canhão desenvolvido pela Marinha Americana (Foto: Reprodução)

Um comunicado da ONR, informou que o equipamento baseado em propulsão eletromagnética, já é capaz de disparar vários tiros em baixa energia e que a ideia é que o canhão seja lançado até o final deste ano e consiga disparar cerca de 10 projeteis por minuto com força de 32 megajoules.

A empresa multinacional BAE Systems é uma das empresas líderes nesse projeto, está desenvolvendo Railguns, além de projeteis de hipervelocidade guiados.

Veja no vídeo, o teste feito no Centro de Pesquisa de guerra Naval de Superfície da Marinha Americana:

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Sapatos em 3D: Sustentabilidade, inovação e tecnologia juntos no mercado da moda

Sapatos em 3D: Sustentabilidade, inovação e tecnologia juntos no mercado da moda
Foto: Reprodução

Feetz em San Diego, Califórnia, empresa especializada em sapatos impressos em 3D veem reinventando o mercado da moda, usando a Sustainability como a chave do empreendimento. Seus produtos exigem zero água, são feitos com materiais recicláveis ​​e recicláveis, reduzindo nossa pegada de carbono em 60%.

A Feetz nasceu e passou uma jornada de dois anos para construir a tecnologia e fazer sapatos personalizados para cada pessoa em sua realidade. Vários especialistas foram contratos de todo o mundo, designers de moda de Nova York.

A linha de montagem da Feetz conta com mais de 100 impressoras 3D em constante atividade. O propósito único delas é fabricar sapatos.

As impressoras têm os nomes de personagens de quadrinhos —Mulher Maravilha, Scooby Doo. Apesar do tom brincalhão, as impressoras, que custam US$ 5.000 cada, têm por objetivo revolucionar o varejo de massa, produzindo cada par de sapatos sob encomenda e a baixo custo.

Sapatos em 3D: Sustentabilidade, inovação e tecnologia juntos no mercado da moda
Foto: Reprodução

“Somos a tecnologia, chegando para ajudar”, disse Lucy Beard, presidente-executiva da Feetz, uma start-up criada dois anos atrás em San Diego. “Vi impressoras 3D em uma revista e pensei que elas permitiam personalização em massa”.

Cada impressora pode ser reprogramada para produzir tamanhos diferentes, e a produção de um par de sapatos pode demorar 12 horas.

Mas Beard, 38, que antes trabalhava com cálculo atuarial, planeja um futuro em que sapatos serão impressos em menos de uma hora. Com custos baixos de mão de obra e transporte, e sem estoques, a Feetz oferece margem de lucro de 50% sobre cada par de sapatos vendido, ela acrescentou.

Os pedidos são feitos on-line, e os compradores podem baixar um app, tirar fotos de seus pés com seus smartphones e criar um modelo em 3D da imagem. Os sapatos, que custam US$ 199, são feitos de materiais reciclados e fortemente acolchoados para oferecer mais conforto.

Com a ascensão de novas tecnologias como os smartphones e as impressoras 3D, empresas iniciantes de moda como a Feetz estão mudando a maneira pela qual bens são encomendados, produzidos e vendidos.

Com o slogan “FAZENDO UM MUNDO MELHOR”, a Feetz vende seus produtos e os envia em sacos reutilizáveis tendo como missão deixar o mundo um lugar melhor do que o encontramos.

(Com informações da Veja e Feetz)

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Em um minuto, concreto pode absorver 4 mil litros d’água

Em um minuto, concreto pode absorver 4 mil litros d’água
Foto: Reprodução

Em toda a parte do país houve falar de enchentes, desmoronamento, esgotos transbordado e muito mais. Qual deve ser a solução para todos esses problemas?

Segundo o Gizmodo Brasil, a empresa Britânica, especialista e materiais de Tarmac, criou um novo tipo de concreto que absorve instantaneamente litros e mais litros de água — ao mesmo tempo prevenindo enchentes e conservando a água, já que ela continua seu ciclo e vai para o solo.

Chamado de Tarmac Topmix Permeable, trata-se de um pavimento de concreto super-poroso, projetado para remover água de tempestades e enchentes em estacionamentos, vias, calçadas e outras superfícies.

O material foi desenvolvido pela LaFarge Tarmac, que diz que a ideia faz parte de um “sistema de drenagem urbana sustentável”. A água entra pela camada superior de concreto permeável e então passa por seixos e vai até o solo, onde se torna água subterrânea.

Em 60 segundos, o Topmix Permeable pode drenar 4 mil litros de água, de acordo com um vídeo promocional da empresa. Veja o vídeo.

A companhia diz que o concreto pode ser instalado em qualquer lugar para diminuir o risco de inundações, mas quem cogitar usá-lo deve antes fazer uma pesquisa no terreno para identificar crateras ou possíveis armadilhas, sejam elas em sentido literal ou figurado.

Uma limitação? Se o concreto for instalado em algum lugar frio, a água pode congelar, o que iria arruinar todo o sistema. O próximo desafio da empresa é construir uma versão do concreto poroso que possa se adaptar a climas frios.

Mesmo que relegada apenas a climas mais quentes por enquanto, uma calçada que engula poças sem levar junto nossos sapatos (ou, pior, nossos carros ou prédios) é uma ótima ideia.

 

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Sites reduzem estresse em pacientes com câncer

Foto reprodução

No maior congresso científico de câncer do mundo, que reúne quase 40 mil pessoas no mês de junho em Chicago, faz pelo menos cinco anos que a palavra de ordem é imunoterapia.

Não é para menos: o tratamento, que utiliza o próprio sistema imunológico para combater o tumor, conseguiu resultados até então inéditos com menos efeitos colaterais do que as tradicionais quimioterapia e radioterapia.

Neste ano, porém, quem recebeu destaque na reunião da Asco (Sociedade Americana de Oncologia Clínica, na sigla em inglês) foram os próprios pacientes.

Estudos apresentados mostraram uma preocupação em melhorar a qualidade de vida de pessoas com câncer, com diferentes estratégias.

Em um deles, os pesquisadores se concentraram na angústia experimentada por pacientes que haviam recebido o diagnóstico de câncer havia cerca de três meses. Dos 129 participantes, 75% tinha elevado nível de estresse -em sua forma crônica, ele pode até afetar a própria tolerância ao tratamento.

“A maioria dos pacientes com câncer não tem apoio psicológico”, afirma Viviane Hess, médica do Hospital Universitário de Basel, na Suíça, responsável pelo estudo.

No programa desenvolvido por ela, chamado de Stream, os pacientes aprendiam sobre estresse, métodos de relaxamento, planejamento de atividades e técnicas de meditação mindfulness em oito módulos na internet. Ao final do estudo, os pesquisadores viram uma significativa melhoria na qualidade de vida.

O modelo on-line é benéfico porque, além de prático, pode ajudar a transpor a barreira do preconceito que muitos ainda têm contra a terapia.

“O aplicativo é uma opção menos estigmatizante e menos assustadora para pessoas que nunca procurariam um profissional de saúde mental”, disse Joseph Greer, diretor de oncologia psiquiátrica do Hospital Geral de Massachusetts.

Greer desenvolveu um aplicativo para tablets, também apresentado no congresso, para controle de ansiedade em pacientes com câncer avançado. Segundo ele, os modelos on-line podem compensar a falta de profissionais de saúde mental e economizam o valioso tempo dos pacientes, por dispensar mais visitas a médicos.

 

 

(Informação da Folha de S. Paulo)

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A partir de 30 de junho muitos celulares sem WhatsApp. Veja se o seu está na lista

A partir de 30 de junho muitos celulares sem WhatsApp. Veja se o seu está na lista
Foto: Reprodução

O aplicativo WhatsApp deixará de funcionar a partir do dia 30 de junho em celulares com sistema operacional BlackBerry OS, BlackBerry 10, e Nokia Symbian S60. A companhia recomenda aos usuários que façam a troca dos smartphones por modelos mais atualizados, alegando que esses sistemas, por serem antigos, têm limitações para o desenvolvimento de novas tecnologias de segurança.

A empresa havia anunciado a decisão de suspender o suporte a essas plataformas no início do ano passado, junto com o fim do suporte a versões para outros sistemas operacionais. Está em estudo também o desligamento da versão do aplicativo para Nokia S40, mas não há previsão de como isso se dará. Outras versões cujo desligamento também foi anunciado – como de Android anteriores a 2.3.3, Windows Phone 7 e iPhone 3GS/iOS6 – ainda não tiveram prazo final estabelecido pela empresa.

Segundo o WhatsApp, a decisão foi “difícil”, mas necessária por conta das mudanças no mercado que fizeram esses dispositivos perderem espaço para outras tecnologias. ” Quando demos início ao WhatsApp em 2009, a maneira com que as pessoas utilizavam smartphones era bem diferente do que é hoje. A App Store da Apple por exemplo, existia há apenas alguns meses. Cerca de 70% dos smartphones vendidos na época, possuíam sistemas operacionais desenvolvidos pela BlackBerry e Nokia”, disse a empresa em seu blog à época.

 

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