Seleção de Tite é a base do
time inglês de Guardiola

A seleção de Tite é a base do Manchester City do técnico Guardiola

Depois do anúncio dos 23 convocados por Tite para defender a seleção brasileira na Copa do Mundo da Rússia, a equipe do extremus21, com ajuda dos especialistas do GloboEsporte, destrinchou a lista e separou as curiosidades em relação à cada um deles, para facilitar o entendimento e encher de informações os 200 milhões de técnicos brasileiros. E vamos ao que interessa:
Remanescentes
Quem são os remanescentes do time do Felipão? Da turma do 7 x 1 somente seis foram convocados: Willian, Fernandinho, Neymar, Paulinho, Marcelo e Thiago Silva – este último o único que vai para a sua terceira Copa seguida.
Em relação a 2014, o número era um pouquinho menor – cinco estiveram na África do Sul e Brasil: Ramires, Thiago Silva, Daniel Alves, Maicon e Julio César.
Em 2010, a Seleção tinha oito remanescentes da Alemanha-2006: Julio César, Lúcio, Juan, Gilberto, Gilberto Silva, Kaká, Robinho e Luisão. E um que jogou em 2002, mas não foi em 2006: Kléberson.
Em 2006, quase a metade da seleção (dez jogadores) estava na campanha do penta: Dida, Cafu, Lucio, Roberto Carlos, Kaká, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Rogério Ceni, Gilberto Silva e Ricardinho.
Também é a primeira vez que o Brasil vai para uma Copa com três goleiros estreantes em Mundiais (Alisson, Cássio e Ederson) desde 1990 (Taffarel, Acácio e Zé Carlos).
Base do City
O Manchester City é o clube que mais cedeu atletas na lista: o goleiro Ederson, o lateral-direito Danilo, o volante Fernandinho e o atacante Gabriel Jesus. Todos, inclusive, participaram da festa do título inglês nas ruas da cidade inglesa durante a convocação. O PSG é o segundo, com três.
Mas há uma curiosidade interessante aí: um time treinado por Pep Guardiola também foi a “base” nos dois últimos títulos mundiais. Em 2010 e 2014, Barcelona e Bayern cederam sete jogadores a Espanha e Alemanha, respectivamente.
Espanha 2010, time base: Barcelona de Guardiola.
Alemanha 2014, time base: Bayern de Guardiola.
Brasil 2018, equipe com mais convocados: Manchester City… de Guardiola (4).

Os celeiros dos craques
Inter e Corinthians foram os clubes que mais revelaram atletas – três cada. No Colorado, estrearam profissionalmente Alisson, Fred e Taison (talvez a maior surpresa da lista). No Timão, Fagner, Marquinhos e Willian.
Grêmio (Cássio e Douglas Costa) e Figueirense (Filipe Luís e Roberto Firmino) aparecem em segundo, com dois. Veja abaixo:
Ribeirão: Edersonn – América-MG: Danilo – Chaves (Portugal): Geromel – Fluminense: Marcelo – Coritiba: Miranda – RS Futebol: Thiago Silva – São Paulo: Casemiro – Vasco: Philippe Coutinho – Atlético-PR: Fernandinho – Vilnius (Lituânia): Paulinho – Flamengo: Renato Augusto – Palmeiras: Gabriel Jesus – Santos: Neymar
Maioria “europeia”
Mais de 80% dos chamados atuam no futebol europeu – 19 no total. Três jogam no Brasil (Cássio, Fagner e Geromel), e um na China (Renato Augusto). O número é o mesmo das Copas de 2010 e 2006. A grande mudança aconteceu de 2002 para o Mundial da Alemanha.
Quantos jogavam no Brasil desde o tetra?
2014: 4 (Jô, Victor, Jefferson e Fred)
2010: 3 (Gilberto, Kléberson e Robinho)
2006: 3 (Ricardinho, Rogério Ceni e Mineiro)
2002: 13 (Gilberto Silva, Kléberson, Ricardinho, Dida, Vampeta, Edílson, Juninho Paulista, Ânderson Polga, Luizão, Marcos, Belletti, Rogério Ceni e Kaká)
1998: 9 (Taffarel, Gonçalves, Bebeto, Dida, Júnior Baiano, Zé Roberto, Zé Carlos, Denílson e Carlos Germano)
1994: 11 (Viola, Ronaldo, Gilmar, Branco, Zinho, Mazinho, Zetti, Cafu, Leonardo, Müller e Ricardo Rocha)
Média de idade
O Brasil que vai à Rússia é um pouquinho mais velho que o de 2014, mas mais novo que o de 2010 e 2006. Gabriel Jesus é o caçula da vez, com 21 anos recém completados em abril. Os mais velhos são Miranda, Thiago Silva e Fernandinho, todos com 33 anos.
A curiosidade: Cássio (6 de junho), Fagner (11 de junho), Philippe Coutinho (12 de junho) e Danilo (15 de julho) farão aniversário ou no período de preparação, ou durante a Copa.
Os fatos: as últimas duas campeãs (Alemanha e Espanha) tiveram médias de idade abaixo dos 26 anos. Confira abaixo (campeões em negrito): Alemanha (2014): 25,7 anos; Espanha (2010): 25,9; Brasil (2002): 26,08; Brasil (2014): 27,8; Brasil (2018): 28,1; Itália (2006): 28,2; Brasil (2006): 28,3; Brasil (2010): 28,6

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O baiano Talisca é a grande novidade da Seleção Brasileira nos testes contra Alemanha e Rússia, antes da Copa

O feirense Talisca, cria do Bahia, com passagem pelo Benfica de Portugal futebol e hoje brilhando como artilheiro na Turquia. Foto: Gazeta Esportiva

Desta vez a convocação da seleção de Tite teve novidades. A começar pela lista com 25 convocados, três a mais do que as últimas convocações, e três novidades chamaram a atenção da imprensa esportiva, que lotou o auditório da Confederação Brasileira de Futebol: o feirense Talisca, cria do Bahia, com passagem pelo Benfica de Portugal futebol e hoje brilhando como artilheiro na Turquia.

As outras duas novidades foram o goleiro Neto, ex-Cruzeiro e Atlético paranaense, hoje jogando no Valencia da Espanha, e o atacante Willian José, ex-Grêmio, e Santos, hoje no Real Sociedad, também na Espanha. A Seleção Brasileira foi convocada para os amistosos contra Rússia e Alemanha.

Durante a coletiva à Imprensa, Tite garantiu que as oportunidades vão surgindo a cada atleta. Todos continuam sendo avaliados, e grandes momentos como os de Willian José e Talisca, trazem componentes diferentes. Segundo o técnico, Willian José faz duas grandes temporadas na Real Sociedad, desenvolvimento grande como atleta, com jogo combinado. Talisca tem finalização de média distância, bola aérea, imposição física que pode emprestar virtude contra defesas com linha de cinco ou quatro. Isso não quer dizer que Giuliano, Lucas Lima e Diego estão fora.

Tite também foi questionado sobre as dúvidas para a lista final para a Copa do Mundo da Rússia. O treinador voltou a afirmar que todos estão sendo observados e seguem como opção.

– Não tenho dúvidas, tenho oportunidades. Há 15, 16, 17 atletas, que pelo alto nível na Seleção e nos clubes, estão encaminhados na Copa. E existem outros que estão disputando. Geromel, Rodrigo Caio, Gil, Jemerson estão brigando. E só vai ser decidido lá na frente. Há um encaminhamento para Thiago, Marquinhos e Miranda. Na lateral tem Alex Sandro, Filipe Luís e Marcelo, três que jogam muito. Há o encaminhamento de alguns, mas com características diferentes, atletas que brigam. Lucas Lima, Diego, Luan, Giuliano, Rodriguinho, estão brigando. O momento pode determinar sua convocação – destacou.

Confira abaixo a lista completa:

  • Goleiros: Alisson (Roma), Ederson (Manchester City) e Neto (Valencia)
  • Defensores: Marcelo (Real Madrid), Daniel Alves (PSG), Filipe Luis (Atlético de Madrid) e Fágner (Corinthians)
  • Zagueiros: Marquinhos (PSG), Thiago Silva (PSG), Miranda (Inter de Milão), Pedro Geromel (Grêmio) e Rodrigo Caio (São Paulo)
  • Meio-campistas: Casemiro (Real Madrid), Willian (Chelsea), Fernandinho (Manchester City), Fred (Shakhtar Donetsk), Anderson Talisca (Besiktas), Paulinho (Barcelona), Philippe Coutinho (Barcelona) e Renato Augusto (Beijing Guoan)
  • Atacantes: Gabriel Jesus (Manchester City), Roberto Firmino (Liverpool), Douglas Costa (Juventus), Taison (Shakhtar Donetsk) e Willian José (Real Sociedad)

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Philippe Coutinho no Barça para encerrar a era Neymar

Apresentado oficialmente como jogador do Barcelona na manhã desta segunda-feira (8), Philippe Coutinho encarou os jornalistas pela primeira vez de casa nova. Na entrevista coletiva, o segundo jogador mais caro da história – o valor da transferência pode achegar a €160 milhões (quase R$ 621 milhões) – preferiu não falar de valores e fez questão de agradecer ao Liverpool mais de uma vez por ter entendido seu “sonho”. Arriscou até um espanhol.

– Vou tentar falar em espanhol (risos) – começou ele.

– Estou muito feliz, muito contente. Como disse, é a realização de um sonho. Claro, estou aqui graças a muita gente. Primeiramente Deus, minha família, meus pais, minha esposa, minha filha, que estão sempre comigo em todos os momentos. Queria agradecer também a todo mundo que se esforçou essa semana. Ao presidente, aos dirigentes. Sei que tiveram muita paciência. Quero agradecer ao Liverpool pelos cinco anos que passei, aos dirigentes, ao clube que entendeu que era meu sonho vir para cá. E aos fas do Liverpool pelos cinco anos juntos. Espero ser muito feliz no Barcelona – completou.

Philippe Coutinho
Philippe Coutinho

Alguns jornalistas quiseram saber o tamanho da responsabilidade empregada a ele pelo valor da transferência. Mas Coutinho fugiu do assunto com respostas breves.

O brasileiro também ressaltou o privilégio de atuar ao lado de jogadores como Messi e Iniesta, a quem dirigiu um bocado de elogios. Celebrou a oportunidade por reencontrar o amigo Suárez, com quem jogou no Liverpool, e evitou comparações com Neymar.

– (Suárez e Messi) São dois grandes jogadores. Não preciso falar disso. Jogo com o Neymar na Seleção e somos amigos desde pequeno. O Messi é um grande jogador e estou contente diante da chance de jogar ao seu lado. Tenho a sorte de dividir o vestiário com eles. Sou um jogador diferente do Neymar, temos características diferentes. Vim buscar meu espaço – disse ele.

“Por que o Barcelona?”, perguntou um repórter. A resposta foi simples.

– Porque é o Barça, tem os melhores jogadores e grandes ídolos meus passaram por aqui e estão jogando aqui – finalizou.

Confira os outros pontos da coletiva:

O primeiro dia como jogador do Barcelona:
– Estive com alguns jogadores, como o Rafinha no CT. Pude conversar um pouco com eles. Estou muito ansioso para que comece tudo.

Adaptação:
– Uma oportunidade desta é única. Tenho contrato de cinco anos e já joguei em La Liga. Espero me adaptar o mais rápido possível.

Negociação com o Barcelona:
– Desde o início tinha vontade de vir para cá. Mas entenderam bem que era meu sonho. Nisso tenho que agradecê-los. Passei seis meses jogando, dando meu máximo e sendo profissional. É meu sonho estar aqui.

Campeonato Espanhol:
– Todos são campeonatos muito difíceis, cada país com suas características. Acho aqui mais parecido com a Inglaterra, com um futebol muito intenso onde as pessoas tentam jogar. Como disse, já joguei aqui e espero ser feliz aqui.

Os amigos no Barcelona:
– Quando estive com eles, falaram sobre a cidade. O Paulinho falou como as pessoas são legais aqui. Também foi bom falar com o Neymar sobre a experiência dele aqui. Foi muito bom quando caiu a ficha de que eu realmente estava aqui.

A compreensão do Liverpool:
– Todos entenderam que era o meu desejo. Foi difícil falar com a diretoria que eu estaria de saída. Sobre o vazamento da camisa, prefiro não falar muito, mas o mais importante é que estou aqui.

O amigo Suárez:
– Estou muito feliz por voltar a jogar com ele, que é um grande jogador. Ele me escrevia muito para me convencer e até viu uma casa para mim. É um amigo próximo que eu tenho. – Tivemos um tempo muito bom e quase ganhamos a Premier League. Como disse, é um grande amigo e me escreveu muitas mensagens. Falava como era a cidade e o clube, o que me dava muita vontade de vir.

Iniesta:
– Iniesta para mim é um gênio. Para mim, é uma honra conviver com ele e aprender com ele. É uma questão do treinador como vai montar a equipe. Eu gosto é de jogar. Quanto às posições, o treinador precisa saber o que necessita. O meu trabalho é estar pronto para ele.

Recado do Neymar:
– Ele me felicitou pela transferência, me explicou coisas da cidade e dos companheiros, disse que é um vestiário incrível. Paulinho e Luis (Suárez) já diziam o mesmo.

(Com informações do UOL e agências)

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Neymar reina e faz a festa de fim de ano em praia do Sul da Bahia

Antigo reduto das estrelas globais, lideradas por Ana Maria Braga e de políticos famosos (Dilma Rousseff, Zé Dirceu e outros) convidados do publicitário Duda Mendonça, a praia de Barra Grande, entre a Península de Maraú e baía de Camamu, Sul da Bahia, neste fim de ano foi invadida por astros do mundo dos esportes, capitaneados pelo atacante da Seleção Brasileira e do Paris Saint Germain, Neymar.

O jogador está com alguns amigos, entre eles: Lucas Lima, meia que recentemente se transferiu do Santos para o Palmeiras, e Gabriel Medina, campeão mundial de surf, e familiares.

Gabriel Medida, amigos e Neymar

Segundo moradores da península, o atacante do PSG teria feito uma proposta para a compra do sítio de Duda Mendonça em milionárias bases, porém não reveladas. O valor que está sendo pago pelo aluguel, assunto de todas as rodas de conversas de Barra Grande, também não é conhecido. Existe apostas para quem chegar mais perto, ou mesmo acertar o valor exato.

Enquanto isso, Neymar e amigos seguem a festa, postam fotos e posam ao lado de fãs e turistas.

Galeria de fotos

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Zico defende Guerrero: ele é um cara equilibrado, tranquilo

Ex-jogador espera explicação pública sobre o que aconteceu com o atleta do Flamengo, flagrado no exame antidoping. O Ídolo do Flamengo comentou nesta segunda-feira (11/12), que acha estranha a suspensão de um ano imposta pela Fifa a Paolo Guerrero. O jogador foi flagrado no exame antidoping depois do empate por 0 a 0 entre Peru e Argentina, em outubro, pelas Eliminatórias da Copa. Seu teste deu uso de substância derivada de cocaína. Guerrero não vai disputar a Copa do Mundo da Rússia. O Peru se classificou para a disputa na repescagem.

Para Zico, nada na atuação do atacante do Flamengo naquele jogo indicou que ele pudesse estar sob efeito de qualquer substância proibida. O peruano testou positivo para a substância benzoilecgonina, um metabólico da cocaína. O atleta nega o uso da droga e se diz injustiçado.

(Foto: reprodução)

“Quem é do futebol sabe. Dá para notar quanto o cara está diferente no campo. E nada na atuação dele indicou qualquer alteração”, disse Zico ao Estado, em evento em São Paulo. “Lamento muito essa situação. O Guerrero é um cara equilibrado, muito tranquilo e um grande profissional.”

Zico disse ainda que espera uma explicação pública sobre o que aconteceu, e preferiu não opinar sobre o tempo de suspensão do atacante do Flamengo – um ano, que pode tirá-lo da Copa do Mundo da Rússia. “Seria bom ter uma explicação pública para não manchar a imagem dele. Não tenho como julgar a pena”, analisou o ex-jogador. “Esses casos já aconteceram, já tiveram até penas maiores. Às vezes, você faz alguma coisa e acha que não vai dar em nada, toma um chazinho, está na boa intenção, e isso acaba dando errado.”

FLAMENGO

Zico comentou que está confiante de que o Flamengo poderá reverter a derrota da última quarta-feira para o Independiente, na Argentina, por 2 a 1, e conquistar o título da Sul-Americana nesta quarta-feira, no jogo de volta, no Maracanã.

“O Flamengo tem todas as condições de alcançar o título”, afirmou. “Tem tido um retrospecto muito bom em todos os jogos no Maracanã e precisa ganhar esse último que falta. Agora, os jogadores têm de ter confiança e tranquilidade. Na Argentina, terminaram bem o jogo, indo para cima, e viram que eles têm um time bom, mas não são invencíveis.”

COPA DO MUNDO

O ex-jogador disse estar otimista em relação ao Brasil na Copa do Mundo de 2018, mas pede atenção aos rivais da fase de grupos, Suíça, Costa Rica e Sérvia. Para ele, a seleção de Tite é favorita ao título, ao lado dos times de França, Espanha e Alemanha.

“O grupo do Brasil é normal. Nem muita facilidade nem muita dificuldade. Se o Brasil jogar o futebol que tem jogado, passa com facilidade. Mas a forma de jogar da Suíça pode complicar bastante. É um time muito fechado, bem armado e que traz perigo nos contra-ataques. A Costa Rica fez uma boa Copa (no Brasil), mas é difícil o raio cair no mesmo lugar. A Sérvia é muito ofensiva e pode dar trabalho para a defesa.”

(Com informações do Estadão)

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Cristiano Ronaldo conquista a Bola de Ouro pela quinta vez

Com pompa e circunstância, anúncio na Torre Eifel, principal ponto turístico de Paris, a revista France Football confirmou nesta quinta-feira (7/12), o esperado: Cristiano Ronaldo conquistou a sua quinta Bola de Ouro. Este é o segundo ano seguido que o português vence o prêmio – ele já havia conquistado em 2008, 2013 e 2014.

Ronaldo se posicionou no monumento e foi filmado com o prêmio na mão. “É fantástico, não esperava. Faz um pouco de frio (na Torre Eiffel), mas a experiência é maravilhosa”.

Com a conquista, Cristiano Ronaldo igualou as cinco conquistas de Lionel Messi. Na edição 2017, o argentino ficou na segunda colocação. O brasileiro Neymar foi o terceiro.

(Foto Agência France Press)

“Sinto-me feliz, é um grande momento na minha carreira. Desejo a cada ano, e depois de ganhar a Liga dos Campeões e o Campeonato Espanhol com o Real Madrid, tenho que agradecer meus companheiros de clube. O Madrid tem sido muito importante para mim”.

A Nike preparou uma chuteira especial para homenagear o atacante do Real Madrid. Nesta quinta-feira, a família do jogador postou imagens viajando para Paris (FRA), onde o prêmio será entregue.

A temporada 2016/17 foi recheada de títulos para Cristiano Ronaldo. Com a camisa do Real Madrid, o português foi campeão do Mundial de Clubes (2016), da Liga dos Campeões e do Campeonato Espanhol.

Neste ano, Cristiano Ronaldo já havia conquistado o prêmio de melhor jogador da UEFA na Europa e o de melhor jogador do mundo pela Fifa.

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Renato Portaluppi: gaúcho, carioca, fanfarrão e campeão

Ao subir no caminhão que conduziria a delegação do , Grêmio no cortejo em comemoração ao tricampeonato da Copa Libertadores, na manhã da quinta-feira 30 de novembro, o técnico Renato Portaluppi destoava. Enquanto os jogadores vestiam uma camiseta comemorativa da conquista, sacramentada na véspera com a vitória por 2 a 1 sobre o Lanús, na Argentina, Renato trajava uma discreta camisa polo branca e um boné cinza, sem qualquer alusão ao clube. Porém, é provável que um treinador jamais tenha tido tamanho protagonismo numa festa de título.

Renato Gaúcho
Renato Gaúcho (Foto: reprodução)

Ao desembarcar do avião que levou a equipe de Buenos Aires a Porto Alegre, era Renato quem carregava o troféu – não algum craque do time, ídolo da torcida. No Grêmio, o ídolo é Renato. No trio elétrico que levou a equipe do aeroporto Salgado Filho ao estádio do Grêmio, a cena se repetiu, mas com um toque da irreverência. Renato deixou a taça de lado para abrir uma lata de cerveja, sem embaraço. Em poucas linhas o jornalista Sérgio Garcia encantou os leitores da revista Época com este texto reapresentando o gaúcho mais carioca do Brasil. Nós do Extremus21 aplaudimos e convidamos você a também deliciar-se com esse perfil do técnico mais boleiro desta terra.

Era o começo da festa nos moldes que Renato estabelecera. Na véspera, na entrevista coletiva concedida após o jogo, num tom sério de riso contido, ele avisou aos dirigentes que estava dando a si mesmo uma folga de três dias, para espairecer um pouco após um período de tensão. Com cinismo sutil, que pode soar imperceptível para quem não o conhece, Renato começou a se divertir. “Eu queria que alguém agora acordasse o prefeito de Porto Alegre”, disse, ainda sério. “Desculpe, prefeito, eu sei que o senhor é uma autoridade. Mas eu, Renato Portaluppi, estou declarando amanhã feriado em Porto Alegre.” Ainda se lembrou de disparar um pouco de ironia cáustica para os rivais figadais do Internacional. “E, com todo respeito, dar os parabéns aos colorados também, por ter subido para a série A. E também podem pegar essa beirinha do feriado amanhã.”

Fosse um dos técnicos “professores”, que veem o futebol como ciência, são letrados nos pressupostos do espanhol Pep Guardiola e fazem cursos-relâmpago na Europa, Renato com certeza já gozaria de maior beneplácito de especialistas. Mas ele não é fácil. Dispensa o glossário do treinador moderno, que tem “marcação alta”, “segunda bola”, “jogo apoiado”. Renato tem uma concepção prática, que dá ênfase ao emocional e resgata o naïf do jogo.

O inquestionável Tite, técnico da seleção brasileira, o mais celebrado do país na atualidade, é desses estudiosos, com grandes resultados a apresentar. Foi para Tite e outros que Renato dirigiu ironias a cursos no exterior. “Futebol é que nem andar de bicicleta: não se desaprende”, disse, após a conquista da Copa do Brasil do ano passado com o Grêmio. “Quem precisa aprender tem de estudar, tem de ir para a Europa. Quem não precisa pode tirar umas férias na praia sem problema algum.” Não à toa, em vez de buscar aprimoramento longe, quando não está trabalhando, o hábitat de Renato é a rede de futevôlei no Posto 9, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Sempre alternou longos períodos entre a areia e o gramado. Antes de começar no Grêmio, no ano passado, ficou dois anos no retiro à beira-mar.

Aos 55 anos, ao seu jeito irônico e direto, Renato é o primeiro brasileiro a ganhar a Libertadores como jogador e treinador. Seu primeiro triunfo foi em 1983, aos 21 anos, como atacante do Grêmio. Alto, rápido e driblador, o cabeludo Renato fez o improvável cruzamento que resultou no gol da vitória sobre o Peñarol. Meses depois, fez os dois gols na final do Mundial Interclubes, contra o Hamburgo. Naquele jogo, cumpriu a promessa feita aos colegas antes da prorrogação: “Segurem aí atrás que eu decido lá na frente”. Desde que iniciou a carreira de técnico, há 17 anos, Renato ganhou uma das duas decisões de Libertadores que disputou e duas das três finais de Copa do Brasil. É um currículo invejável, mas que, entretanto, não o alçou ao primeiro escalão do futebol brasileiro. Até o início deste ano, Renato ainda era visto pela mídia especializada com certa reticência. Nesta temporada, no entanto, seu Grêmio foi considerado o time que joga o melhor e mais envolvente futebol no país.

As tiradas bem-humoradas e o estilo impetuoso fizeram com que Renato fosse visto como um treinador “boleiro”, à moda antiga, que prioriza os “rachões” de que o jogador tanto gosta, em vez do trabalho técnico-tático, mais maçante. “A grande virtude do Renato é o trato com os jogadores. É um treinador que transmite confiança e extrai o máximo do time, por meio de uma linguagem simples, que se traduz na maneira como a equipe joga”, diz o técnico Valdir Espinosa, que descobriu Renato no interior gaúcho, no fim dos anos 1970, comandante no Mundial de 1983 e a quem o pupilo dedicou o título. “Hoje há muito treinador que fala de uma forma rebuscada, e as coisas não acontecem dentro de campo. O bom comandante é aquele que fica no mesmo degrau em que estão os comandados.” Essa maneira de gerir talento pode explicar o sucesso do Grêmio, um clube longe da capacidade de investimento de Palmeiras ou Flamengo, que reúnem elencos mais dispendiosos. Metade dos titulares que atuaram na final da Libertadores eram jogadores renegados em seus clubes anteriores.

A persona folclórica foi construída por Renato espontaneamente ao longo da carreira. Mulherengo, espirituoso e fanfarrão, com cabelo comprido cortado à mullet, Renato namorou lindas mulheres, entre elas a modelo Luma de Oliveira, que depois se casaria com o empresário Eike Batista. Certa vez, brincou com Pelé dizendo que cada gol do Rei correspondia a uma conquista amorosa sua, para em seguida tripudiar: “Só que você parou nos 1.000 gols”. Hoje em dia, Renato é visto na companhia de outra beldade, Carol, de 23 anos, sua filha com a apresentadora de TV Carla Cavalcanti. “É impressionante como ele tem estrela e know-how para suportar o mito que ele mesmo cria”, diz o jornalista Marcos Eduardo Neves, autor da biografia Anjo ou demônio – A polêmica trajetória de Renato Gaúcho.

Na beira do campo, sempre que tem chance, Renato procura dominar uma bola despretensiosamente, só para mostrar que ainda é craque. Sempre autocentrado, disse recentemente que foi melhor que Cristiano Ronaldo, um jogador “que trabalha muito na força e não tem muita técnica”. Na terça-feira (5), o Grêmio embarca para disputar o Mundial de Clubes em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Se der o previsível, o time gaúcho enfrentará o Real Madrid de Cristiano Ronaldo na decisão do torneio, no dia 16. Quem vai acreditar e quem vai duvidar de Renato diante do Real Madrid?

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Um ano da tragédia do avião da Chape - os fatos e a volta por cima

Faltavam dois minutos para as 22h (horário local) do dia 28 de novembro de 2016 quando o voo 2933 da empresa boliviana LaMia caiu no morro El Gordo, a 35 quilômetros do aeroporto de Medellin, na Colômbia. A bordo, estavam 77 passageiros de um voo charter contratado pela Associação Chapecoense de Futebol, o clube de Chapecó (SC). A equipe do interior do estado catarinense acabava de realizar uma façanha: ia disputar a final da Copa Sul Americana contra o Atlético Nacional, de Medellin. A partida seria disputada na quarta-feira (30), no primeiro jogo pelo título.

A alegria dos jogadores, da comissão técnica, e dos jornalistas a bordo deu lugar ao horror. Na escuridão da noite o avião bateu de barriga no alto do morro, capotou e se despedaçou encosta a baixo, deixando um rastro de destruição.

(Foto: reprodução)

Em seu depoimento ela disse que ele ignorou o aviso e o avião decolou. Celia, que pediu abrigo ao governo brasileiro, ainda se defende da acusação de homicídio culposo na Justiça boliviana. E se justifica: “Minha função era apenas checar o preenchimento do plano de voo e avisar sobre alguma irregularidade, mas eu não tinha autoridade para impedir a decolagem”. Quando as equipes dos bombeiros voluntários da cidade de La Unión conseguiram chegar ao local quase uma hora depois, apenas sete pessoas ainda estavam vivas. Três eram jogadores do time: o goleiro Jackson Follman, o zagueiro Helio Zampier Neto e o lateral Alan Ruschel. Dos 20 jornalistas, apenas o locutor da Rádio Oeste de Chapecó, Rafael Renzi, estava vivo. Os outros dois sobreviventes eram tripulantes: a comissária de bordo Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumiri. O sétimo passageiro encontrado com vida era o goleiro titular Marcos Danilo Padilha, que chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte.

Um piloto perdido

Minutos antes da queda, o piloto Miguel Quiroga avisou a torre de controle do aeroporto de Rionegro que estava com problemas elétricos e pediu as coordenadas para um pouso de emergência. O avião estava a menos de cinco minutos da cabeceira da pista, mas no dramático diálogo com a torre ficou gravada a desorientação de Quiroga. Ele parecia não saber ao certo sua posição e não entendia as instruções da controladora Yaneth Molina que, por sua vez, não conseguia ver a aeronave no radar. Quando finalmente Quiroga admitiu que estava sem combustível, a torre perdeu o contato.

Avisada por moradores que ouviram o barulho da queda, a Polícia Nacional da Colômbia acionou o modesto grupamento de bombeiros voluntários de La Unión que, em pouco mais de meia hora, conseguiram chegar ao Cerro El Gordo e iniciaram a busca por sobreviventes.

Um plano de voo errado

Enquanto as equipes de resgate vasculhavam os destroços em busca de sobreviventes, as autoridades aeronáuticas no Brasil, na Colômbia e na Bolívia começavam a procurar respostas para as circunstâncias do acidente. E as primeiras informações vindas da Bolívia, de onde o voo 2933 havia decolado, eram desconcertantes.

O avião tinha saído do aeroporto de Santa Cruz de la Sierra com um plano de voo que, segundo a funcionária da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares de Navegação Aérea (AASANA), Celia Castedo, “estava errado”. Os valores do tempo de voo até Medellin – 4 horas e 22 minutos – eram exatamente os mesmos valores da autonomia de combustível. Isso não dava a margem de segurança necessária para uma situação inesperada.

Para os investigadores do acidente, o avião não poderia jamais ter levantado voo. E isso deixa uma nova pergunta sem resposta: por que o piloto havia decidido voar diretamente para Medellin, no limite de segurança do combustível, se podia ter feito uma escala para abastecimento?

O Avro RJ85 é um avião equipado com quatro motores que lhe dão uma autonomia de voo de até 3 mil quilômetros, segundo dados da fabricante British Aerospace. Pode transportar com segurança até 112 passageiros e 9 tripulantes. O aparelho tinha sido fabricado em 1999 e comprado por uma empresa americana que o vendeu em 2007 para a City Jet, uma companhia irlandesa de linhas regionais.

Em 2013 o avião foi vendido para a LaMia (Línea Aérea Merideña Internacional de Aviación), uma empresa regional fundada em 2010 na Venezuela pelo empresário Ricardo Albacete Vidal. Antes de ingressar no ramo da aviação civil, Albacete teve empresas nos setores metalúrgicos e petrolíferos e sempre esteve envolvido em política, chegando a ser senador. Ele convidou o lobista chinês Sam Pa, para se associar à LaMia, mas não foi um bom negócio: em 2011 Sam Pa foi preso na China e Albacete dissolveu a empresa.

A LaMia ressurgiu em 2013, com o nome de Línea Aerea Margarita, mas usando o mesmo logotipo e com foco em voos internacionais. Sua estratégia para conquistar o mercado foi agressiva, oferecendo preços até 40% mais baratos do que a concorrência. Assim, a nova empresa acabou atraindo uma clientela muito lucrativa: os times de futebol que viajavam pelo continente durante os campeonatos. Informalmente, a LaMia passou a ser a transportadora preferida da Confederação Sul Americana de Futebol (Conmebol).

Quando o voo 2933 caiu na Colômbia, Albacete negou que o avião fosse da sua LaMia, que teria arrendado seus aviões para a LaMia boliviana. O que ele não mencionou foi que a LaMia boliviana tinha sido criada por ele mesmo, em sociedade com o piloto Miguel Quiroga, que comandava o fatídico voo.

O goleiro Jackson Follman, primeiro sobrevivente a ser resgatado dos escombros, não se lembra exatamente o que aconteceu. Tudo que ele recorda é que estava sentado perto dos três companheiros que sobreviveram com ele, o zagueiro Neto, o lateral Alan e o jornalista Rafael Renzi e todos estavam conversando animadamente. Então as luzes da cabine se apagaram e ele desmaiou.

Follman costuma dizer, em entrevistas, que se deu conta de que o avião tinha caído quando voltou a si na escuridão total, no meio dos destroços. E pensou: “O avião caiu. Todo mundo se salvou. Estão todos vivos”. Ao ver os focos das lanternas dos bombeiros no meio da mata, Follman reuniu forças para gritar por socorro. Levado de helicóptero ao hospital, ele teve parte da perna direita amputada. Em longas cirurgias, os médicos conseguiram reconstruir o calcanhar do pé esquerdo e uma vértebra cervical que, por sorte, não atingiu a medula.

O lateral Alan Ruschel também estava muito ferido e foi levado ao hospital de caminhonete, por dois moradores de La Unión. Embora estivesse consciente o tempo todo, Alan tinha um problema grave: uma fratura na coluna que poderia deixá-lo tetraplégico. Mas, nas horas seguintes, os médicos do Hospital San Vicente descartaram o risco.

O zagueiro Helio Neto ficou sete horas nos escombros e foi o último a ser resgatado. Os socorristas já tinham desistido de encontrar mais sobreviventes quando um deles ouviu gemidos e voltou para localizar o chamado. No entanto, seu estado era tão crítico que os médicos chegaram a prevenir seus familiares de que não alimentassem muitas esperanças.

Quando a notícia chegou a Chapecó, já na madrugada do dia 29, os 200 mil habitantes foram sendo despertados pelos relatos da tragédia e a cidade mergulhou na dor e no luto. Do sonho de uma conquista esportiva para o pesadelo inimaginável: os chapecoenses tinham perdido seus jogadores, seus dirigentes e jornalistas que relatariam a vitória tão esperada. E só havia um lugar onde eles queriam estar: a Arena Condá, o estádio do clube.

Na noite de quarta-feira, quando o time deveria estar jogando em Medellin, os torcedores lotaram as arquibancadas para chorar, cantar o hino do clube e gritar a saudação que tinha guardada no peito: “É campeão!”. Simultaneamente, em Medellin, colombianos lotaram o estádio Atanasio Girardot, onde o jogo contra a Chapecoense deveria ocorrer, para homenagear o time brasileiro.

O luto de Chapecó se espalhou pelo Brasil e o mundo. Nas redes sociais, torcedores de equipes adversárias começaram a pintar de verde os distintivos de seus próprios times e a frase: “Somos Chape”. Era o início da reação para reconstruir o sonho e o time.

A Chapecoense já não tinha mais um time titular para entrar em campo, uma vez que quase todos os jogadores morreram no acidente. Nem uma comissão técnica, nem mesmo o presidente do clube, que morreu no acidente. Mas ali, na Arena Condá, estavam os jogadores que não tinham viajado para a Colômbia. Neles, a torcida enxergava a esperança de um recomeço para formar o novo time para a temporada de 2017.

O troféu de Campeão Sul Americano, entregue à Chapecoense pela Conmebol depois que o Atlético Nacional decidiu abrir mão do título, não era apenas simbólico. O prêmio pelo título foi de US$ 2 milhões e a vaga na Recopa rendeu mais US$ 1 milhão. Por ser campeã sul americana, a Chape garantiu também vaga na Libertadores e mais US$ 1,8 mil pelos três jogos como mandante de campo.

Com as finanças reforçadas, o clube reconstruiu o time e conquistou o título do campeonato catarinense de 2017. E mesmo depois de ter tropeçado na série A do Brasileirão, a Chape conseguiu escapar do rebaixamento e continuará em 2018 na principal divisão do futebol profissional brasileiro.

Uma das maiores emoções vividas pelo time e sua torcida depois da tragédia foi em agosto deste ano, quando a equipe pisou no gramado do Nou Camp em Barcelona para um amistoso contra o time da casa, recebendo a homenagem de um estádio lotado. As imagens dos jogadores mortos foram projetadas no telão e o ex-goleiro Follman, agora embaixador do clube, e o zagueiro Helio, deram o chute inicial da partida.

Entre os jogadores escalados para a partida, estava Alan Ruschel, que os médicos colombianos temiam que não voltasse a andar. Ele saiu de campo após 35 minutos de jogo, com a camisa assinada por Messi e a homenagem da torcida. Em Chapecó, o grito da torcida voltou a ecoar: “O campeão voltou!”.

(Agência Brasil – Olga Bardawil [reportagem] e Amanda Cieglinski [edição]

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Corinthians “queimou a língua” dos principais comentaristas do país

O portal UOL Esporte selecionou as 10 previsões furadas sobre o Corinthians no Brasileirão. No início do ano, pouca gente apostava no Corinthians, que chegou a ser considerado a “quarta força” de São Paulo. Mas o heptacampeonato brasileiro queimou a língua de vários comentaristas. Veja a seguir algumas previsões feitas antes do campeonato começar:

Denilson
Denilson (Foto: reprodução)

1- Denilson

Depois do 10º título da Copa São Paulo de futebol júnior, o comentarista do Jogo Aberto disparou: “Aproveita, porque é o último do ano”.

Casagrande
Casagrande (Foto: reprodução)

2- Casagrande

“Time do Corinthians tem que tomar cuidado pra não cair no Campeonato Brasileiro. É muito inferior a todos os outros de São Paulo e a alguns do Brasil. Tem um time que tá arriscando muito este ano, principalmente no Brasileiro”, disse o ex-atacante em fevereiro, logo depois do início do Paulistão.

Vampeta
Vampeta (Foto: reprodução)

3- Vampeta

Os corintianos estavam pessimistas no Paulistão: depois da vitória magra sobre o Audax em fevereiro, o Velho Vamp também fez um alerta para o time no Brasileirão.

Silvio Luiz
Silvio Luiz (Foto: reprodução)

4- Silvio Luiz

A vitória no sufoco sobre a Ferroviária no último amistoso antes do Paulistão deixou o narrador desconfiado com o time do Corinthians para 2017…

Flavio Sormani
Flavio Sormani (Foto: reprodução)

5- Flavio Sormani

Depois da classificação do Corinthians para a semi do Paulistão, o técnico Fábio Carille pediu para a imprensa parar de chamar o time de “quarta força”. O comentarista da Fox Sports não quis nem saber e manteve sua opinião.

André Rizek
André Rizek (Foto: reprodução)

6- André Rizek

O apresentador do Sportv não ficou muito convencido depois da classificação nos pênaltis contra o Brusque na Copa do Brasil.

Benja
Benja (Foto: reprodução)

7- Benja

O apresentador da Fox Sports criticou dois jogadores depois da eliminação diante do Inter na Copa do Brasil: Clayton e Marquinhos Gabriel fariam a torcida sofrer muito, segundo ele. Um saiu do time, e o outro deu a volta por cima.

João Guilherme
João Guilherme (Foto: reprodução)

8- João Guilherme

“Me cobrem”, disse o narrador da Fox Sports depois de dizer que o Corinthians não passaria de um quarto lugar no Brasileirão.

Mauro Cézar Pereira
Mauro Cézar Pereira (Foto: reprodução)

9- Mauro Cézar Pereira

“Se ele conseguir isso, certamente vai ser o Tite 2”, disse o comentarista da ESPN sobre as chances de Fábio Carille conduzir o Corinthians ao título brasileiro. Um feito improvável, segundo ele: “A não ser que no meio do ano o Corinthians tivesse condições de contratar e os adversários perdessem jogadores importantes. Amanhã, sei lá, o Dudu recebe uma proposta, o Flamengo perde dois, três jogadores, o Atlético-MG também e, de repente, o campeonato embola”.

Neto
Neto (Foto: reprodução)

10- Neto

O Corinthians já era líder do Brasileirão com folga, mas o Palmeiras se aproximava, e Neto ficou pistola: “Ô Carille, para com essa conversa mole! ‘Vai dar’. Não vai dar!”. E não é que deu?

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Daniel Alves assumiu o comando
do Paris Saint-Germain, é “the boss”

O jornal francês “L’Equipe” não mediu palavras e escancarou: Daniel Alves assumiu o comando do vestiário do Paris Saint-Germain. O lateral direito brasileiro é “The Boss”, o chefe” em inglês.

Daniel Alves
Daniel Alves (Foto: reprodução)

Segundo o jornal, Daniel Alves é o “homem forte” do elenco do PSG. Sua postura de líder pôde ser percebida durante a goleada por 5 a 0 sobre o Angers, pelo Campeonato Francês, quando o jogador interveio após entrada dura de Mateo Pavlovic em Kylian Mbappé.

“Quando me vejo na TV, não me reconheço. Eu sempre vou ao limite extremo e tenho problemas para me controlar. Eu vivo futebol de uma maneira muito especial, mas é minha vida e eu vivo apenas por isso”, disse Alves.

A reportagem foi publicada após a boa atuação do jogador na goleada. O lateral deu duas assistências, participou de mais um gol e saiu de campo aplaudido. Até mesmo os adversários elogiaram o brasileiro.

“Em cada duelo, em cada chegada que demos em seus companheiros de equipe, ele era como a polícia”, disse Romain Thomas, defensor do Angers.

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