Concerto do bem: clube do Jazz agrada e plateia exige outras edições

Foram 90 minutos de muita música em plena segunda-feira, 18, na Pibatef (Primeira Igreja Batista em Teixeira de Freitas). E não foi qualquer repertório, era Jazz. Som instrumental que mesclou clássicos e canções cristãs/natalinas. A formação da banda foi inédita, o formato da apresentação também. Quem foi,  gostou, interagiu e já cobrou novas edições.

Na abertura, o maestro Orley Silva, um dos idealizadores do evento, apresentou o grupo e pediu que a plateia se manifestasse e interagisse com o show. Na sequência, o Pastor Juan Servin, representando a instituição anfitriã, fez as honras da casa, deu as boas-vindas e com uma oração deu início à noite de apresentação.

Concerto: Clube do Jazz

Assim que os primeiros sons foram emitidos, a plateia fez mais do que havia sido orientado pelo maestro. Houve muita vibração. Um espetáculo musical de alta categoria. No palco estiveram, primeiramente, a Camerata do ICED – com a ilustre presença do spalla Filipe Mota – e depois, Tarcísio Galvão – órgão, Gerli Junior – piano, Vitor Vieira – bateria, Junior Lima – contrabaixo, Jorge dos Anjos – trompete e Evanio Evangelista – sax.

Ao fim, o maestro Orley tomou o microfone e emocionado falou do sonho que um dia teve, de ensinar música para crianças que, provavelmente, não teriam a chance de conhecer o universo erudito. Assim, nasceu o Orquestrando Futuros. Depois, ele contou que junto ao primeiro sonho, acreditava que Teixeira de Freitas teria público para, um dia, em um dia de semana, encher uma sala para apreciar um concerto de Jazz. O anúncio da próxima edição foi feito, ainda sem data definida.

No destaque: Tarcísio Galvão, no órgão

A realização do Clube do Jazz é do Instituto de Cultura, Educação e Desenvolvimento (ICED), em parceria com a Pibatef. A ideia veio da dificuldade em manter OrFs – integrante das ações do ICED. Diante da escassez de recursos, a presidente do ICED, Gislaine Romana e o coordenador artístico do Instituto, maestro Orley Silva, pensaram no concerto de Jazz como uma ferramenta beneficente, em que todo o recurso arrecadado fosse destinado a custear despesas do OrFs.

Para tornar a ideia em realidade, outras pessoas se juntaram à causa. Amigos venderam ingressos. Os pastores da Pibatef cederam o espaço e os músicos tocaram sem cobrar cachê, o Rafael trabalhou na iluminação e o Abel Gonzaga fez a transmissão ao vivo pelo Facebook . Por fim, a plateia compareceu e completou o espetáculo da noite.

Clube do Jazz

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